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09/03/2017

Hospital Santa Ignês reabre o setor de pediatria em Indaiatuba

O Hospital Santa Ignês, de Indaiatuba, um dos credenciados do PHS Samaritano Saúde, retorna os atendimentos pediátricos, após quase 3 anos de reformulação. Preparado para…

 



28/03/2017

Febre Amarela: sintomas e prevenções

O mosquito Aedes aegypti é o responsável pela disseminação da febre amarela nos centros urbanos. A doença infecciosa febril aguda é “causada por um vírus transmitido…



 

 

  A importância do aleitamento materno


O leite materno é essencial para o crescimento saudável das crianças. Fonte natural de nutrientes, ele garante uma alimentação completa durante os dois primeiros anos de vida. Através do leite, a mãe transmite componentes imunológicos, enquanto o sistema de defesa do bebê amadurece. Não existe leite fraco. Toda mulher produz o leite adequado para seu filho.

 

Amamentar favorece o vínculo entre mãe e a criança; ajuda no desenvolvimento emocional, cognitivo e do sistema nervoso; previne a diarreia e a pneumonia, principais causas de morte em lactentes; e reduz o risco de câncer de ovário e de mama.

 

A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que o leite humano seja o alimento exclusivo nos primeiros seis meses de vida e mantido por dois anos ou mais, acompanhado por alimentos complementares [frutas, verduras e carnes].

 

Os benefícios do aleitamento materno também são estendidos à sociedade, pois contribui para a sustentabilidade e redução das desigualdades sociais. Entretanto, relatório do Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF) e da OMS, elaborado em parceria com o Global Breastfeeding Collective, aponta que “nenhum país do mundo atende aos padrões adequados de aleitamento materno”.

 

Em média, apenas 40% das crianças com menos de seis meses de idade são alimentadas exclusivamente com o leite da mãe. Para que a taxa global atinja os 50%, existe a necessidade de se investir anualmente, apenas, 4, 7 dólares por recém-nascido.

 

Os dados das agências da ONU revelam ainda, que apenas 23 dos 194 países analisados registraram índices de amamentação exclusiva acima dos 60%. No Brasil, a marca é de 38,6%.

 

A publicação Nurturing the Health and Wealth of Nations: The Investment Case for Breastfeeding mostra que se a meta fosse atingida cerca de 520 mil crianças com menos de cinco anos poderiam ser salvas e 300 bilhões de dólares gerados em dez anos, pois haveria uma redução nos “casos de doenças e de custos com cuidados de saúde, bem como de um aumento da produtividade”.

 


Fontes: Sociedade Brasileira de Pediatria |ONU Brasil |Rede de Bancos de Leite Humano


 

 
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