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09/03/2017

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02/08/2017

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  Febre Amarela: sintomas e prevenções


O mosquito Aedes aegypti é o responsável pela disseminação da febre amarela nos centros urbanos. A doença infecciosa febril aguda é “causada por um vírus transmitido por vetores artrópodes, que possui dois ciclos epidemiológicos distintos de transmissão: silvestre e urbano”.

 

Os primeiros sintomas da febre amarela aparecem de forma repentina: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. Segundo a Fiocruz, “a forma mais grave da doença é rara e costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço intenso”.

 

Os infectados, em sua maioria, têm uma boa recuperação e, consequentemente, adquirem imunização permanente contra a doença?—?assim como ocorre com a dengue.

 

Os macacos, como se especula, não são transmissores da febre amarela. Por estarem em locais com alto indíce de infecção, principalmente em áreas de mata, eles são os principais sinalizadores (as mortes de macacos infectados com febre amarela mobilizou algumas cidades para a prevenção da população). Eles dão o alerta de que o problema pode estar chegando a determinada região.

 

O Ministério da Saúde ressalta que a vacinação contra a febre amarela “é recomendada para uma grande área do Brasil onde a transmissão é considerada possível. A vacina está recomendada nas ações de rotina dos programas de imunizações, e deve ser aplicada em residentes da Área Com Recomendação de Vacina (ACRV) e em viajantes que se deslocam para essa área.

 

A vacina é o antidoto para que a população fique imunizada. Mas, a principal maneira de evitar a febre amarela e outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti é tomando medidas preventivas: use repelente de insetos, mosquiteiros e roupas que cubram todo o corpo; e NÃO DEIXE ÁGUA PARADA.

 

A vacina de Febre Amarela é eficaz e segura. Entretanto, algumas reações locais e sistêmicas podem ocorrer, entre elas febre, dor local, cefaleia (dor de cabeça), mialgia (dor no corpo). Deve-se atentar, quando, após a administração da vacina de febre amarela, a pessoa apresentar dor abdominal intensa.

 

*Os anticorpos protetores se desenvolvem entre o sétimo e décimo dias após a aplicação, razão pela qual a imunização deve ocorrer dez dias antes de se ingressar em área de transmissão.

 

A VACINA NÃO É RECOMENDADA:

• Crianças com menos de 6 meses de idade.

• Pacientes com imunossupressão de qualquer natureza, como:

- Pacientes infectados pelo HIV com imunossupressão grave, com a contagem de células CD4 <200 células/mm3 ou menor de 15% do total de linfócitos, para crianças com menos de 6 anos de idade.

- Pacientes em tratamento com drogas imunossupressoras (corticosteroides, quimioterapia, radioterapia, imunomoduladores).

- Pacientes submetidos a transplante de órgãos.

- Pacientes com imunodeficiência primária.

- Pacientes com neoplasia.

 

Obs: Nos casos de pacientes com imunodeficiência, a administração desta vacina deve ser condicionada a avaliação médica individual de risco-benefício e não deve ser realizada em caso de imunodepressão grave.

 

• Indivíduos com história de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina e outros produtos que contêm proteína animal bovina).

 

  • Pacientes com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica).

 


Fontes:

Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos?—?Fiocruz | Ministério da Saúde


 

 
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